domingo, 5 de julho de 2009
Watch Over Me.....
You're the analyst
The fungus in my milk
When you want no one
And you've got someone
Through the wind you crawl
And laugh at burning dunes
When no one else will ever see
Now that you know why you feel like you do
Their turning their head
Whilst they wait for no one
And finally i know
Why you feel like letting go
I'm watching you watch over me
and i've got the greatest view from here
i'm watching you watch over me
and i've got the greatest view from here
mistakes don't mean a thing
if you don't regret them
so pack your tactic toes for the winter
chain a waterfall to burned and withered skin
no one else will ever see
I'm watching you watch over me
and i've got the greatest view from here
i'm watching you watch over me
and i've got the greatest view from here
Now that you know why you feel like you do
They're turning their head
whilst they wait For no one
And finally I know why I feel like you're letting go
I'm watching you watch over me
and I've got
The greatest view from here
I'm watching you watch over me
and I've got
The greatest view from here
The greatest view from here
The greatest view
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Loura faz anos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
unforgiven
A amizade baseia-se no respeito e na lealdade. Quando estas duas falham,não há muito a fazer.
Fechar os olhos implicaria ser desleal para comigo. E isso sim, seria mau...
terça-feira, 16 de junho de 2009
cara-a-cara nº 47890
E não é que passados 2 meses te vejo de novo...
Nada demais a não ser o costume...
Mesmo assim contente por te ver...porquê é que não sei....está tudo na mesma como estava à 1 semana atrás.
Como a tradição ainda é o que era, fica o momento musical. Fizeste-me lembrar esta música.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
15 anos em 15 segundos
Será que acredito no destino?
Será que acredito que os nossos constantes reencontros terão algum significado? Ou serão apenas coincidências de trajectos urbanos?
Porque me passas a centímetros de distâncias e ao mesmo tempo me olhas escondida por detrás desses óculos escuros?
Será que também ficas a remoer 15 anos em 15 segundos? Será que sequer te preocupas? Será que uma sílaba pode alterar esta diplomacia secreta que sempre vivemos?
Porque será que me preocupo com o bem-estar de cada uma das tuas células? De onde nasce este vínculo invisível que me lançaste? Será que sonhas que hoje vou passar a noite acordado a pensar todos os segundos de proximidade que tivemos?
Será que sequer te preocupas? E porque é que eu me preocupo? Porque não te consigo desligar, apagar e formatar do meu sistema? Porque não consigo acabar este post? Seria tão mais simples acabar com aquilo que me fazes através de um simples ponto final. Um ponto final em tudo. Em 15 anos...revividos em 15 segundos e remoídos por um dia inteiro. Porque é que o meu instinto me diz que és melhor do que mostras? Porque não acredito no que ouço?
Detesto posts sobre questões existenciais e só tu me fazes isto. Consigo estar ao lado de toda a gente e só tu mexes assim comigo.
E passados 15 anos não consigo responder a nenhuma destas perguntas. Só sei que sinto a tua falta, sem sequer saber o que vai dentro de ti....Tudo isto depois de ver 15 anos em 15 segundos....
quarta-feira, 27 de maio de 2009
I Miss You
Porque tu tens o olhar, a expressão e falas comigo sem dizer uma única palavra.
No entanto continuas fugida.
(suspiro)
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Parabéns

Hoje farias 29 anos.
Hoje estaria logo à noite contigo, num restaurante (aposto que pizzaria ou restaurante de menú fixo) a rondar os €15 euros, com sobremesa incluída. Depois seria um bar com música ao vivo. E terminar a noite com umas anedotas porcas quando me tivesses a levar a casa.
A situação não é essa. Hoje vamos ter uma missa por ti e lembrar este teu dia.
Sinto saudades de falar contigo. Sobre tudo. Emprego, miúdas, música, cusquices, etc...
Eras e és uma pessoa espectacular. Aqueles que nunca te compreenderam não sabem como tu és de confiança, como tu és amigo, leal e bem formado.
Sinto a tua falta. Às vezes demora tempo a entender a real falta que as pessoas nos fazem. A tua é cada vez mais notada. No nojo de pessoas que existe no mar da sociedade hoje em dia, tu tens um brilho muito especial.
Mais não digo. Sinto a tua falta.
Mas hoje não sou eu, és tu. É o teu dia de anos.
Parabéns amigo. E onde quer que estejas, por favor, recebe este enorme abraço que te envio.
domingo, 17 de maio de 2009
Aquele toque
Sinto saudades da "minha" médica.
Sinto falta de conversas de 4 horas no carro.
Sinto falta de ver aquele nome nas mensagens do telemóvel.
Lá por ter passado pouco tempo após as ocorrências (palavra com direitos de autor para a GNR) não quer dizer que não se possa sentir falta das mesmas.
Sou uma profunda "gaja" nestas coisas.
Enfim...não é defeito, é feitio.
Deste lado da trincheira
No dia 16 de Maio de 2008, a minha vida mudou.
Pensava que certas coisas só aconteciam aos outros. Parece que não. Parece que nós somos os "outros" de toda a gente. Há um ano atrás calhou-me a mim.
Por um lado, esta situação acabou por ser um filtro. Filtra-se família, amigos e conhecidos. Infelizmente, poucos passaram o teste. Felizmente, os que passaram estão tatuados no meu mais intimo sentido de gratidão.
E para aqueles que passaram, umas palavras.....
...obrigado pela ajuda
...obrigado pelo apoio
...obrigado por não desistirem
...obrigado por não me deixarem desistir
...obrigado por me sorrirem e por me fazerem sorrir
...obrigado pelos abraços
...obrigado por ouvirem e compreenderem
...obrigado por darem uso ao meu telemóvel
...e principalmente, obrigado por ficarem deste lado da trincheira
Foi uma viagem difícil mas voçês tornaram-na menos complicada.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
e agora o que fazemos, oh Mestre?
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Novo marco
Ok, mais uma década que passou.
Parece que tenho que escrever algo profundo sobre os últimos 10 anos, ou 3650 dias, mais coisa menos coisa.
Hmmm....de repente olhar em retrospectiva torna as coisas um pouco assustadoras. Imagino-me de novo com 20 anos, ainda a acabar o secundário e com muitas incertezas mas também com a ignorância reconfortante de quem não sabe como a vida real neste País, que nos mastiga e cospe.
O primeiro instinto é logo pensar nas coisas que alcancei e os feitos conseguidos mas também naquilo que ficou por fazer. Talvez por traços de personalidade me lembre mais do que ficou por fazer do que foi feito. Isso já está alcançado, falta agora é o resto.
Pensa-se também nas pessoas que ganhei e perdi neste último período. Nesse campo posso até ter ganho. Comecei com muitas poucas pessoas e fui adicionando novas ao círculo, apesar de até poucas terem ficado nele. A verdade é que umas por doença, outras por traços de personalidade, estilo de vida e até estupidez crónica foram saindo desse círculo. Saldo positivo mas muito ligeiramente, o que não quer dizer que o valor não seja elevado. Se calhar a vida é isso mesmo. Selecionar e selecionar, até que só fiquem aqueles que nos fazem falta ou que nunca nos deixaram pendurados.
E a desilusão? Aí está uma cena em que os meus níveis de tolerância baixaram para minimos históricos. Simplesmente não a tolero e isso foi algo que foi ficando vincado ao longo da década. Infelizmente, diga-se, já que chateava-me muito menos se não me importasse. Enfim...vem com o pacote e agora já não dá para desinstalar. Estilo um upgrade automático do Vista mas pior.
Mas a pergunta mais importante no meio disto tudo é: o que é que realmente importa? O que construiste? A resposta não é fáçil pois obriga a honestidade total com aquilo que realmente somos. A verdade é que não interessa nada. Tudo o que se tem, seja objecto, título ou dinheiro, é treta. Pura e simples treta. Nada importa se não te sentes bem com a tua vida e a forma como tu a viveste. Como tu a viveste...e não como os outros a imaginaram para ti. Se não consegues sentir esse bem-estar e alegria quando puxas a fita para trás para as reminiscências, então algo correu mal. Tudo o resto é treta, bullshit, mierda ou aquilo que lhe quiserem chamar. Quanto a títulos, glórias e demonstradores modernos de status a História irá encarregar-se de os pôr no sítio devido, nomeadamente em alguma prateleira com pó que algum estagiário há-de um dia limpar numa sub-cave fria e escura.
Alguém escreveu numa música: "a vida é uma viagem, não um destino". Quanta verdade existe nuns acordes com forte distorsão por trás.
Quanto às pessoas, hoje não irei ouvir a voz dos meus avós e do meu grande amigo João. A vossa presença certamente permitiria que estes pensamentos não pesassem tanto no dia-a-dia de um país que tem tanto orgulho em premiar burlões, vigaristas, estúpidos e atrasados mentais que estão tão convencidos que são pessoas "capazes" que não se apercebem da nulidade que realmente são. Às boas pessoas que referi antes, deixo uma frase: sinto a vossa falta todos os dias.
Quanto à pergunta que ficou no ar: o que realmente acho destes últimos 10 anos? Irei responder....mas só daqui a outros 10 anos, sou novo demais para cheirar as PLANTAS que só agora começam romper o solo. Agora foi aberto um capítulo novo cheio de páginas brancas para escrever e não perder tempo a ler linhas passadas.
sábado, 18 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Desta é que eu não estava à espera....
Na maioria das vezes, a vida obriga-nos a ir atrás das coisas em vez destas nos virem parar ao colo. Mas numa pequenissíma percentagem destes episódios, são as coisas que nos vêem parar ao colo. Em vez de estarmos à procura, somos procurados.
Hoje cheguei a casa e descobri isso....não acontece muito mas desta vez foi tiro certeiro.
Uma pequena música para celebrar estes acontecimentos felizes.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Restrições Relacionais
É pena ver alguém com algum (ou aparente) interesse em conhecer-nos, e não poder fazer. É desmotivador ter vontade em conhecer alguém, e saber que nunca o iremos fazer. É pena que a nossa cultura crie demasiados protocolos relacionais defensivos e evite que possamos travar conhecimento com pessoas interessantes.
Aquelas pontes relacionais que muitas vezes temos na nossa vida nem sempre existem e a nossa cultura complica a sua criação. Existem outros sítios onde isso não é um problema. Tanto dos outros como meu. Também tenho que consciência que se alguém meter conversa comigo do nada, vou ficar desconfiado.
Custa ver a "minha" médica com a curiosidade pintada na cara e saber que dificilmente poderei alguma vez dizer um "olá" que não seja com um olhar.
Para que não fiquem a pensar que sou (ainda mais) maluco, deixo uma foto para a posteridade. Não se vê muito bem, mas é ela hoje com uma foto tirada à socapa.
Para ti, que jamais poderás saber a minha curiosidade em conhecer-te deixo-te um "olá" muito sincero.
(E atirar com pratos de sopa para cima não me parece que irá resultar - como alguém sugeriu)
ps: Acho que se chama Joana.
terça-feira, 10 de março de 2009
bons minutos
domingo, 1 de março de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Obrigado

Obrigado a todos os que na 6ª feira lá estiveram. Obrigado a todos os que deixaram o que estavam a fazer para assistir. Obrigado aos que lá apareceram e eu não estava à espera. Obrigado aos que queriam lá ter estado e que ligaram. Obrigado à loura. Obrigado à minha dentista com quem ando a ter diálogos mudos paralelos, por se lembrar dos pormenores. Desta vez não me irei fazer de parvo.
It's a promise.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Bem-vindo

Amigaço Sol, bem-vindo sejas.
Que fiques por muito tempo a brilhar por esta bela cidade. Estávamos a precisar desta luz e deste calor. Eu, pelo menos, estava.
Amanhã fecho um capítulo de 4 anos com demasiados acontecimentos. Acontecimentos bons e maus mas acima de tudo pela primeira vez sinto que entrei num sitio ainda miúdo e saí profundamente diferente. Não será certamente pela instituição em causa mas pelo trajecto que a vida toma. Por outro lado, agora que olho para trás e mesmo com tudo o que se passou, posso dizer honestamente que não me arrependo de nada. Faria tudo de novo, porque mesmo com aquilo que tirou paciência, tempo e deu chatice acabou por compensar por outros lados.
Como diria uma colega minha: "Para a frente, é que é caminho..."
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Em memória

No domingo morreu o porteiro do meu prédio. Desde que me lembro como gente que ele passava as manhãs e as tardes à porta do prédio. Poderia não parecer o trabalho mais exigente de todos mas este senhor garantiu desde que este prédio existe que tudo corresse bem. Quando faltava água, problemas com elevadores, pôr contentores lá fora ou qualquer outro problema ele tratava sempre de tudo e dava-nos mais sossego. Se íamos de férias, ele mantinha um olho mais atento ao nosso apartamento. Às vezes ficava com as minhas encomendas para evitar que elas voltassem para a estação de correios. Preocupou-se muito com o meu pai. Acima de tudo, uma pessoa extremamente prestável que tratava deste prédio, como se de sua casa se tratasse.
Independentemente, de se ele vai conseguir ver ou não, agradeço-lhe do fundo do coração por tudo o que fez por esta familia nestes anos todos.
Muitas vezes pensamos que a grandeza do ser está na grandeza do que se faz. Isto é verdade mas o que muitas vezes não sabemos é que a maior grandeza está na maior pequeneza dos gestos.
Hoje o meu mundo ficou mais triste. Acima de tudo ficarei com um lugar especial no coração para o "meu" porteiro.
Obrigado por tudo.
Ai ai o destino....
E de repente vejo-te sábado à noite.
Em plena discoteca em Lisboa, às 5 da manhã lá estás tu.
Com maquilhagem quase que não te reconheci. Mas os brincos denunciaram-te. Claro que os olhares e pores-te ali à minha frente também ajudou.
No hospital vejo-te sempre à civil mas à noite foi diferente. E os olhares também o foram. Pena que só te tenha visto minutos antes de sair. Estou curioso para ver a reacção no hospital, estou....
Mas lá que gostei...gostei... MUITO
Em plena discoteca em Lisboa, às 5 da manhã lá estás tu.
Com maquilhagem quase que não te reconheci. Mas os brincos denunciaram-te. Claro que os olhares e pores-te ali à minha frente também ajudou.
No hospital vejo-te sempre à civil mas à noite foi diferente. E os olhares também o foram. Pena que só te tenha visto minutos antes de sair. Estou curioso para ver a reacção no hospital, estou....
Mas lá que gostei...gostei... MUITO
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)









